| |
|
| |
|
 |
A crise mundial, o aumento da concorrência, a maior conscientização do consumidor e a estabilidade de preços têm pressionado empresas de todas as atividades econômicas a reduzir custos para manter a lucratividade. Em cenário como esse, os varejistas brasileiros, tradicionalmente habituados a conviver com alto percentual de perdas, precisam buscar soluções para reduzir esse índice.
As perdas representam a diferença entre o inventário contábil e o inventário físico, e decorrem de causas como furto interno ou externo, danos no manuseio do produto e problemas com fornecedores. A prevenção de perdas, por sua vez, permite ao varejista elevar a margem líquida do negócio.
As perdas podem ser identificadas, quando representam avarias nas mercadorias ao longo dos rocessos de negócio e têm suas causas também são identificadas. E não identificadas, quando percebidas apenas pela
diferença entre o estoque físico e lógico, sem que se descubra onde e quando a mercadoria foi extraviada.
Quando
se identificam as causas da perda, é possível entender o que houve e fazer correções. Assim, é grande o potencial |
de melhora da performance para empresas que ainda não estejam investindo em programas
de prevenção.
Para se ter uma idéia da importância de se investir em prevenção de perdas, vale lembrar os dados da mais recente avaliação de perdas no varejo
brasileiro,
realizada pela ABRAS – Associação Brasileira de Supermercados, PROVAR - Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de
Administração,
Canal Varejo e Nielsen. Segundo essa pesquisa, em 2007, o índice médio de perda do varejo brasileiro aumentou 0,13 pontos e os investimentos em
prevenção apresentaram aumento junto a 75% das empresas consultadas, enquanto 25% da amostra manteve-se estável.
Levantamento anterior realizado pelo PROVAR mostrou que os índices médios de redução por segmento em 2007 foram de 2,15% no setor supermercadista e de 0,69% em vestuário. |
| |
 |
|
Paralelamente, o estudo mais recente realizado pelo NEO – Núcleo de Etiquetam na Origem, constatou que as perdas com furtos, tanto internos quanto externos, têm se tornado cada vez mais elevadas. E que, na avaliação dos supermercadistas, é possível perder até 30% do faturamento obtido com a venda de alguns produtos.
Entre os itens mais furtados, destacam-se os chicletes (30%); preservativos, loções bronzeadoras e protetores em geral (15%); maquiagem e colas (11%); e whisky e sabonetes líquidos (10%). |
|
|
|
| |
| O varejo conta atualmente com sistemas eletrônicos de segurança que utilizam a mesma tecnologia usada pelas redes de varejo internacionais. Soluções de CFTV – Circuito Fechado de TV e soluções de VEM – Vigilância Eletrônica de Mercadoria
têm sido as preferidas pelos varejistas. |
| |
|
|
|